Novembro 20, 2009 por Dry Ferreira

Esta semana, acho que pela primeira vez, senti de verdade como faz bem praticar boas ações. São pequenas coisas, muitas vezes rotineiras no nosso dia a dia , que fazem a diferença. Um sorriso inesperado, uma carinha feliz que nos leva a ganhar o dia.
Na última quarta-feira, fui cumprir um dos meus papéis enquanto funcionária do Cruzeiro, levar torcedores a Toca II, centro de treinamento do clube, para conhecer e incentivar os jogadores.
Uma atividade rotineira no setor de marketing, já que agendamos semanalmente, de acordo com agenda do time, visitas para a nação azul. Não sei se pelo fato de conviver com os atletas, de sempre encontrá-los me acostume.
No entanto a galera vibra com a presença dos jogadores. Nesta última visita, tinhamos um garoto um tanto quanto especial, Romulo o seu nome. Portador de deficiência o coração dele disparava quando algum atleta se aproximava.
Durante o coletivo realizado entre o time da base e alguns do profissional no campo 1, os titulares faziam atividade muscular no CARE. Porém os ultimos 20 minutos foram destinados a uma leve corrida e alongamento no campo 2. Por conta da dificuldade de locomoção do Romulo, colocamos uma cadeira na parte de dentro das corrente que separavam jogadores e torcida para que ele pudesse assistir aos treinos e não fosse “apertado” pelos outros que euforicos ali estavam.
Mesmo com os problemas de movimento, as palavras que não saiam corretamente, muitas ditas sílaba a sílaba, o garotinho conquistou a todos. Inclusive nosso goleiro, Fábio deu a ele uma camisa oficial modelo 3 para delírio do pequeno. Ele saiu da Toca com a blusa autografada por todos os jogadores e fotos de lembrança. O olho de seu pai brilhava, na despedida ele me gardeceu com o forte abraço e lágrimas no rosto que me fizeram perceber que gentileza gera gentileza. Que dar um minuto de atenção, chamar o jogadores para perto do garoto, de insentivá-lo a gritar por aqueles que passavam despercebidos, separar um lugar para melhor aproveitamento dele fazem um bem enorme. Me emocionei de verdade.
Espero que ele esteja feliz no interior mineiro, como a camisa dourada e tantas imagens de recordação. E que tenha motivos e novas emoções da sorrir.
Beijos pro Romulo, pro pai dele e pra tia tiete do Kleber 

“Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais…”

Estão pagando quanto?

Setembro 28, 2009 por Dry Ferreira

Mãos para o alto, isso é um assalto…

Me desculpem a revolta, mas gosto de escrever quando ainda estou com aquela adrenalina, com aquele nó na garganta. De antemão declaro que estou indignada com o futebol brasileiro. Não é nada com o Dunga ou seleção, mas com a administração do nosso esporte. Sempre foi muito nítida a diferença de beneficios entre clubes de futebol do eixo rio-sp para os demais estados. Tanto por parte da mídia quando da própria confederação. Porém extrapolaram todos os limites. Por que não criam um campeonato “brasileiro” exclusivo para times paulistas e cariocas? Seria mais fácil e mais justo, já que não adianta de nada todos os clube nacionais participarem de uma competição fraldada descadaramente se já sabemos qual será o final.
Sou cruzeirense e vejo isso de perto, mas esse privilégio não só o meu time tem. Até o nosso arqui- rival sofre com a cegueira dos árbitros. Não é plausível dizer que errar no minímo três penaltis inegáveis é humano… Numa boa isso pra mim se chama roubalheira absurda.
E o pior de tudo é ver a mídia apartando os erros para times paulistanos, principalmente.
Se o Cruzeiro perde para o Palmeiras depois de uma arbitragem escandalosa a manchete é “ Jogo polêmico” nada muito ousado, sem decretar demais os erros do juiz. Agora se o Cruzeiro ganha com o gol impedido, em que o juiz mal colocado não viu o lance, nem mesmo os baideirinhas o ajudaram a manchete em alto e bom tom diz ” Cruzeiro é recompensado”… E sobre o jogo Corinthians e São Paulo, ninguém vai falar nada? O juiz beneficiou os tricolores sem medo algum, mas como era um duelo paulista melhor a imprensa não render muito. Afinal de qual lado ela ficaria??
Nas cenas dos próximos capitulos veremos se o Sr. Sérgio manifestará algo coerente… Melhor não esperar muito coisa não viu, vindo dele sabe lá …

Parabéns pra mim

Agosto 31, 2009 por Dry Ferreira

É hora de apagar as velhinhas , 2.1 chegou… Continuo original de fábrica só que agora mais potente e veloz :) . Fazer aniversário é sempre muito bom, ficar mais velha e perceber a importância que o tempo tem em nossa vida é fantastico.
Receber ligações dos amigos que estão longes, daqueles que não puderam te desejar felicidades pessoalmente. Mensagens com palavras carinhosas, abraços e beijos dos que estão por perto.
Até mesmo tomar um banho de extintor se torna divertido, principalmente quando a idéia parte de alguém sem juizo, mas que você tem um apreço enorme. Futebol na lama e piscina fria. Sem falar na guerra de bolinha de papel na van. E nem era meu aniversário ainda, era apenas um aquecimento.
_ Esta maluquice só poderia ser idéia sua! Estou espirrando fumaça até agora. Hehehe
Assim foi a comemoração dos meus 21 aninhos, do lado de pessoas que me fazem muito bem.
Já nos primeiros minutos de ontem (30/08 – data do meu aniversário) a baderna começou pra valer.
O primeiro passo foi um abraço coletivo, seguido de parabéns com direito a chapeuzinho e bolo na cara. Não gosto nem de lembrar daquela água fria pra lavar o rosto.
Beber bastante, cantarolar o mais alto possivél e ainda receber os votos de parabéns de pessoas que você nunca viu na vida é impagavél. Mas uma coisa eu garanto, os micos serão devolvidos ok nordestinos do Paraguai.
Eu ainda ganhei bolo de mamãe e papai :) .
Ahhhhhh amo vocês…

Vou finalizar porque estou com uma preguiça de escrever.

“EU VIVO EM VOZ ALTA!!!”

Ah, agora rumo ao 2.2…

Belo Horizonte que se vê em Salvador

Agosto 11, 2009 por Dry Ferreira

Quem já foi a Salvador sabe o bem que faz aquela cidade aos urbanos de montanhas e verdes. Um dos meus refúgios preferidos. Lugar de cultura curiosa, de clima apimentado, de comida típica e saborosa, de música animada, de Gil, de Brown e de amigos que eu tanto quero bem.
Salvador do Elevador Lacerda de 5 centavos, das fitinhas coloridas, dos oléos de coco e urucum pra queimar, do Pelourinho, das cocadas pra engordar, da Barra / Ondina pra caminhar, do Mercado da gastar, da Fonte Nova e Barradão pra vibrar…
Saudade da brisa, do sol, do verão, do trio, de Oxum, do Bonfim, das ladeiras, da batucada, do gingado, do São João e do Oxente.
Vontade de ir ao Farol ver o sol nascer, ver o dia escurecer, tocar violão e jogar pedrinhas no mar. Ah Bahia que vontade de dizer “ Que bom te rever”. Vontade de não ter nada pra fazer e me perder entre ruas e sinaleiras desconhecidas, entre pessoas estranhas e crianças á brincar. “Tudo é motivo de alegria, é carnaval, é festa todo dia.”
Ah Bahia que me rouba pensamentos, que destroi casamentos, que faz juramentos , que presenteia com momentos… Ah Bahia o que falar do teu aconchego, do teu cantar, da tua imensidão! De cima o branco das nuvens se confundem com o azul esverdeado do mar quando em um instante o avião estar a pousar. Ah Bahia, “espere um pouco estou chegando já”.

Cruzeiro meu amor

Julho 17, 2009 por Dry Ferreira

O aperto no peito bateu, a vontade de não acreditar foi forte. Lutamos… Acreditamos em nossos guerreiros, porém não era pra ser, não foi desta vez. Só perde quem compete, quem sonha! Infelizes daqueles que nem esta oportunidade tiveram. Agora é hora de provar nossa paixão e honrar as estrelas que, com orgulho, carregamos no peito. É ter um sorriso no rosto para receber aqueles que até nós se dirigem. É reeguer, é tentar buscar o que de positivo ficou por mais que o desfecho não tenha sido o esperado, por mais que o sonho pareça ter acabado, mas ele só se desfaz quando permitimos. A nossa história nos faz levantar, são conquistas, batalhas vencidas ou ainda não acabadas. Aquele grito que ficou guardado, as espectativas que foram quebradas se renovam e é com elas que caminhamos JUNTOS E MAIS FORTES rumo a novos desafios, novas batalhas. Sempre acreditando, acompanhando o eco que vem das arquibancadas, daqueles que como nós também VÃO A ONDE O CRUZEIRO FOR APENAS PARA O VER JOGAR. E assim seguimos fazendo isso para sempre, amando nosso time eternamente.

Na base da revolta!

Junho 16, 2009 por Dry Ferreira

Há tanto tempo que não escrevo aqui… A correria é tanta que vou postar um texto de um cara FODA, que eu aprendi a gostar! Se as palavras fossem digitadas por mim, este texto sairia com um aspecto irónio ( como todos hehe) e revoltado, mas não quis desgastar meu pensamento.
Leiam, vale muito a pena!

Sintam, também, um pouco da minha revolta :)

“Os perseguidos” por Lédio Carmona

O futebol imita a vida. É sórdido, na maioria das vezes injusto e adora carimbar rótulo na cara dos outros. Na sociedade da bola, não há perdão. Se você errou uma vez, para alguns sempre falhará. Até porque é mais fácil pôr um selo na testa de alguém do que tentar fazer algo melhor para consertá-lo. Isso quando não se usa o “infrator” para encobrir os próprios erros ou para se aproveitar dele como “escada”, ou seja, pede-se emprestado a fama de alguém para viver cinco minutos de glória medíocre e pré-fabricada.

Kleber, atacante do Cruzeiro, e Carlos Alberto, meia do Vasco, são dois exemplos. Jamais foram santos, muito pelo contrário, eu mesmo já os critiquei muito aqui, no SporTV e no Extra. Mas também não podem servir de muletas para todos os problemas que acontecem num campo de futebol. Se chove, a culpa é de Carlos Alberto. Se a grama é ruim, foi o Kleber quem estragou. E mais ninguém leva o ônus.

Kleber é o melhor atacante do Cruzeiro e um dos melhores jogadores do país nesses seis meses de temporada. Mas, talvez pela fama e pela competência, já foi expulso quatro vezes em 2009. Praticamente um cartão vermelho por mês. Um no Estadual, dois na Libertadores e um no Brasileirão. Será que ele fez tanta coisa para ter esse currículo? Claro que não. Vacilar ele pode ter vacilado, mas o número é exagerado. Os árbitros o pegam para Cristo como forma de aparecer, se auto-valorizar e, ao mesmo, mostrar serviço para o chefe punindo uma estrela que, aos olhos de muitos, não tem defesa.

Carlos Alberto colhe o que plantou. Se espirra, leva amarelo. Se espirra e faz “ai”, ganha vermelho. Virou lugar-comum culpar o meia. Ganhou fama de indisciplinado e vive na berlinda dos gênios do apito, essa classe unida que nunca errra, sempre é vítima e nunca leva o amarelo ou o vermelho.

Hoje, contra o Guarani, Carlos Alberto foi expulso no fim do primeiro tempo. Não vi o lance (estou na África do Sul), mas o texto do Globo.Esporte.com garante que foi um absurdo. Mas o “dono do espetáculo” achou que não. E tascou vermelho em Carlos Alberto. Que já levou 14 amarelos em 2009. E, com isso, o Vasco teve que se defender contra o bom time do Guarani e segurar o 0 a 0, que o mantém na quarta-colocação da Série B – Guarani (1º), Brasiliense (2º) e Ponte Preta (3º).

Repito: Carlos Alberto e Kleber não são vítimas. Mas também não são monstros calçados com chuteiras. Muito mais deformado é o nível da arbitragem no Brasil, que prefere punir o óbvio e viver de lugar-comum ao invés de fazer fama com brilho próprio.

ENFIM… ÁRBITROS, OU CHAMADOS DE JUIZES

Atchim! O vírus chegou

Maio 8, 2009 por Dry Ferreira

A bola da vez na saúde atualmente vem sendo a temerosa gripe suína. São X suspeitos nos Estados Unidos, Y na Oceania e Z no Brasil. Alguns, significativos, casos comprovados como, até o momento, 04 em nossa Terra de Santa Cruz. O alarde toma conta dos quatro cantos, se é que “globo” tem canto, do mundo. Está nas primeiras páginas dos jornais, nas matérias em destaque dos noticiários e principalmente na boca do povo. Eu chamo isso de sensacionalismo.
Viajar para o estrangeiro infectado e obviamente para o México, berço do vírus, segundo especialistas somente em extrema necessidade. Caso contrário continue onde está. Comer carne de porco, por enquanto, não parece perigoso, mas…
O fato é que esta gripe do porco já está enchendo o saco. Eu não acho que informações e certo destaque para a doença sejam desnecessários, de forma alguma, afinal é a nossa saúde em xeque. Mas eu vejo este alvoroço muito mais como um “jeitinho bem brasileiro” de jogar o lixo de baixo do tapete. Calma! Vou explicar.
Com a descoberta dessa gripe diversos problemas foram “esquecidos”. A dengue, que mata centenas de pessoas todos os anos, deveria ser a maior preocupação, em termos de doença, para o país que não tem estrutura para sanar o aumento de “dengosos” tupiniquins. Mas de acordo com o governo, estamos preparados para a gripe dos porquinhos.
As caixas d’água continuaram destampadas, lotes vagos permaneceram abarrotados de entulho, mas daqui a pouco estaremos todos de máscaras brancas andando pelas ruas. Lá vem a vara (para os esquecidos, vara é o coletivo de porcos).
O governo brasileiro, refiro em um todo, me parece bem espertinho e, aproveita de acontecimentos para se apoiar.É bem mais fácil você se armar para algo que tem repercussão mundial do que se preocupar com uma doença que reaparece todos os anos no país. Engraçado que amigos que chegaram dos Estados Unidos há pouco tempo contaram que o país não esta neste pânico todo por conta da nova gripe, no entanto, aqui se você espirrar, (Saúde!) meu caro, cuidado! Você pode estar com a gripe suína, procure imediatamente um hospital… Oh nação de terceiro mundo.
Eu sigo enchendo de areia meus vasinhos de violeta, fechando os ralinhos da minha casa e não deixando água parada. Acho que o pernilongo de pijamas pode estar mais perto de mim!

Azul Celeste

Maio 4, 2009 por Dry Ferreira

Uma disputa, por mais sem importância que possa ser, gera uma miscelânea de sentimentos de quem desfruta deste momento. Um jogo entre duas equipes de futebol rivais, cuja quem ganha é consagrado o campeão do campeonato, não poderia ser resumido.
Dizem que mulher não entende de futebol. Lamento, mas eu quebrei a regra. A escolha de um clube normalmente é hereditária. Você tende a torcer pelo time do seu pai ou de algum outro parente próximo. Ah pai! Como és inteligente, fez uma escolha brilhante. E ainda me ensinou o que é impedimento, tiro de meta, escanteios e vários outros termos nada familiares ao vocabulário feminino.
Mineirão, casa lotada. Euforia, ansiedade, confiança e disposição. Sua voz agora é apenas mais um tom do grito que ecoa nas cadeiras do estádio, “Vamos, vamos a ganhar”. Mas calma, é um clássico e os clássicos são sempre um mistério, ou pelo menos era. O time entra em campo, o juiz da o “veredicto”, 45 minutos… Um quase aqui, um quase acolá.
Os mais esquentadinhos provocam, empurram, mas há os mais estressadinhos e estes partem para uma agressão “sem querer”, um chute “foi mal” e o clássico não perde a tradição. Nervos a flor da pele. Minhas unhas vermelhas já sofrem mutações e algumas roidinhas são incontroláveis.
Caramba…Foi quase!
E assim lá se vão boa parte destes longos, ou nem tanto, 45 minutos. Estão irritando nosso atacante, cadê o cartão juiz? Acho que ele esqueceu em casa. Contra-ataque, bola no pé do meio campista agora vai, Goooollll e que golaço. Do gladiador!
Fim do primeiro tempo. Aqui em BH o tradicional tropeiro é o reforço de energia para os torcedores, faltam mais 45 minutos. No intervalo a sensação de vitoria começa a surgir, mas nada muito explícito afinal 1 x 0 não é um bom placar.
Segundo tempo, meu time parece jogar sozinho, parece brincar no gramado. Mais um gol, mais outro, e outro e por fim mais um. Quem esperava? Cinco a zero, depois de um ano repetir este placar. Alguém viu minha voz por ai? A torcida treme o Mineirão, o baile em campo motiva a galera. Olé isso é sacanagem, que nada isso é bom demais.
Uma semana depois… O Mineirão está azul celeste, está barulhento. Depois de mais 90 minutos… Agora podemos, e o grito de Bi campeão percorre pelas ruas! Centenários mineiros cantem o hino consolação de vocês, porque eu Vou Festejar! Chorem podem chorar!!!
Que enquanto isso eu canto, “Vamos Vamos Cruzeiroooo”.

O que era pra ser cidadania

Abril 25, 2009 por Dry Ferreira

Eu sempre fui a favor de protestos, manifestações e derivados que exerçam a cidadania. Mas eu sei, e muito bem, diferenciar este ato – pelo qual visa atingir o cumprimento dos direitos do cidadão – de vandalismo ou falta de noção.
Esta semana eu estava indo para a faculdade, praticando minha rotina, quando no caminho o transito começa a dar sinais de lentidão. Logo vem a hipótese de alguma colisão Km á frente. Até que as pessoas começam a correr pelo passeio – calçadas para os não mineiros – com pneus, colchões, pedaços de vassouras, lixo e tudo que não for mais útil a eles. Mais pela frente uma fumaça insuportável se espalha pelo céu e também por nossas narinas. Está acontecendo um protesto.
As duas pistas que levam ao centro de Belo Horizonte são interrompidas por manifestantes (moradores da região) que exigem uma passarela no local, já que uma criança de cinco anos foi atropelada pela manhã. Segundo informações, a menina não foi atingida por estar atravessando a avenida, mas porque estava brincando de bola. Em uma via de transito intenso, denominada Expressa, uma garotinha de cinco anos brincar de bola me parece “meio” sugestivo ao perigo. Enfim, isso não vem ao caso agora.
O que mais me deixou irritada é que as pessoas não sabem usufruir de seus direitos corretamente. Estamos em um país democrático e isso tem que ser aproveitado. Manifestações são bem vindas eu acho, mas tudo de uma forma mais organizada e sensata. No momento em que estamos vivendo tudo tende a ser levando em conta. Caramba, queimar pneu? E o aquecimento global que se exploda né! Não é necessário fogo para conseguir chamar a atenção, que todos gritassem e sentassem na via para interromper o transito.
Existem formas melhores de exigir o que se necessita. Manifestar com violência, falta de noção e outros atos impertinentes não levará sociedade alguma em evolução e aplicação dos direitos. Continuará tudo a bagunça que sempre foi…

Homens…

Fevereiro 26, 2009 por Dry Ferreira

Já reparou como todo cafajeste está sempre bem humorado? Sempre rodeados de distraídas mulheres querendo um pouquinho de atenção. Diz o “ditado” que toda mulher gosta de homens cafajestes, há controvérsias. Eles seduzem as pobrezinhas com pequenos gestos sem que elas percebam o cachorro por de trás da simpatia.
Que todo cafajeste é charmoso isso é fato. Tipo defeito de fábrica e que defeito… O charme vem acompanhado das gentilezas, dos telefonemas despropositais, dos agradinhos sem muito por que. E as inúmeras pobrezinhas vão entrando na onda, em perfeita sintonia com o querer do cafajeste.
Quem nunca passou por isso nem precisa atirar pedra alguma, não se vanglorie você ainda terá sua história pra contar.
Tudo começa muito bem, você ainda nem está muito afim dele. Não satisfeito as investidas são mais intensas e por você estar solteira eles julgam que está carente. O que na maioria das vezes é verdade. Você vai gostando, acha o cara atencioso, com o tempo ele se torna o príncipe encantado dos contos de fadas, com todos os requisitos procurados.
Você já está completamente, ou menos um pouco, na dele. Mas o “era uma vez” se torna um “cai no poço, quem me tira?”. O príncipe vira sapo do brejo, uma regressão. Você agora é a patinha feia, acha defeito em tudo. Se deu mal. E o cafajeste está lá, continua o bonzão com mais uma presa. Todo sorridente, exalando alegria, e ainda por cima, quer ser seu amigo.
Chega! Fecha a cortina, acabou o espetáculo.